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Vigilância Epidemiológica Municipal emite alerta após alta nos casos de chikungunya
O enfrentamento da doença depende da colaboração coletiva e é essencial que a população colabore com o trabalho dos agentes de saúde
Por Administrador
Publicado em 01/05/2026 11:40 • Atualizado 01/05/2026 11:56
SAÚDE

JORNAL DA ILHA -Saúde

Ilha Solteira – A Vigilância Epidemiológica de Ilha Solteira acendeu o sinal de alerta esta semana devido ao aumento expressivo de casos de chikungunya no município. Com confirmações já registradas e diversos exames sob investigação, o órgão reforça a necessidade de uma mobilização imediata entre poder público e comunidade para frear o avanço do vírus.

Transmitida pelo mosquito Aedes aegypti — também responsável pela dengue e zika —, a chikungunya apresenta sintomas que podem ser debilitantes. Embora a febre alta e as manchas na pele sejam sinais comuns, o grande diferencial e motivo de preocupação das autoridades são as dores articulares intensas.

De acordo com a Vigilância, essas dores podem evoluir para uma fase crônica, persistindo por semanas ou meses, o que compromete severamente a rotina e a qualidade de vida dos pacientes.

Como resposta rápida ao cenário, a Secretaria Municipal de Saúde intensificou a nebulização costal (aplicação de inseticida) nos bairros onde houve confirmação da doença. A medida visa eliminar os mosquitos adultos infectados e interromper o ciclo de transmissão.

"O enfrentamento da doença depende da colaboração coletiva. É essencial que a população permita a entrada dos agentes de saúde e adote cuidados diários", destaca o comunicado do órgão.

A principal arma contra a chikungunya continua sendo a eliminação de criadouros. Confira as orientações essenciais: Mantenha caixas d’água, tonéis e galões hermeticamente fechados;  limpe e feche ralos pouco utilizados; verifique calhas e remova folhas que possam obstruir a água; Elimine pneus velhos, garrafas e qualquer recipiente que possa acumular água da chuva; Utilize areia nos pratinhos ou elimine-os completamente.

As autoridades de saúde recomendam que, ao surgirem os primeiros sintomas — como febre súbita, dores no corpo e cansaço extremo —, o morador procure a unidade de saúde mais próxima imediatamente. A automedicação é estritamente contraindicada, pois o uso de certas substâncias pode agravar o quadro clínico do paciente.

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